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sábado, julho 22, 2017

Museo Picasso Málaga

Encontrar pequenos quadros dentro de grandes obras de Arte.

 

sexta-feira, julho 21, 2017

quinta-feira, julho 20, 2017

Museo Picasso Málaga

Encontrar pequenos quadros dentro de grandes obras de Arte.

No caso a doce surpresa no encontro com a grande Mulher Portuguesa Paula Rego.


 
 
 

 
 
 


 

quarta-feira, julho 19, 2017

Museo Picasso Málaga

Encontrar pequenos quadros dentro de grandes obras de Arte.


 
 
 


terça-feira, julho 18, 2017

Museo Picasso Málaga

 
Tentando encontrar explicações para a compreensão da arte contemporânea
 
 
 
 
 


segunda-feira, julho 17, 2017

domingo, julho 16, 2017

Málaga, imagens de rua

 
Que color?  Blanco ou Rojo?
 
 
 
 
 

 
 
 
 


sábado, julho 15, 2017

Málaga, imagens de rua

A Face e o verso,

 
 
 
 

 

quinta-feira, julho 13, 2017

segunda-feira, julho 10, 2017

Museo Picasso Málaga

O vestido corou, a visitante não sei!


Esta exposición aúna la contundente soledad de Francis Bacon, la turbación carnal de Lucian Freud, las preocupaciones existenciales de Michel Andrews, la pintura tridimensional de Frank Auerbach, la fuerza emocional de David Bomberg, la rigurosa medición de William Coldstream, la multiplicidad de Ronald B. Kitaj, la visceralidad de Leon Kossoff, la subversión de Paula Rego y la proporción de Euan Uglow, pintores todos ellos vinculados a lo que ha venido en denominarse Escuela de Londres, etiqueta que no acaba de ser aceptada ni por historiadores del arte ni por los propios artistas.
 

sexta-feira, julho 07, 2017

7 e 8 de Julho Dias de Festa

A vida não é um senfim!
A vida tem um começo.
A vida tem um sentido.
Da vida devemos fazer um exemplo.
Para a vida devemos fazer um projecto, e cumpri-lo.

 

Málaga, a intimidade com as objectivas


quarta-feira, julho 05, 2017

terça-feira, julho 04, 2017

A intimidade com as objectivas

Uma janela aberta sobre os planos do dia a dia.

 

domingo, julho 02, 2017

A intimidade com as objectivas

Como há portas antigas que podem tornar-se opacas e portas antigas que reflectem o Mundo moderno.
 
 
 

 

sábado, julho 01, 2017

sexta-feira, junho 30, 2017

A "peça do mês"

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Com desenhos em fase final, “a peça do mês” vai ser desta vez “a notícia do mês”!
Partilha de reflexões de um “arqueologista” sobre uma exposição de ***** (cinco estrelas)!
Uma exposição no MNA em Belém, em espaço aberto, moderna, com apoio multimédia embora pecador por nos obrigar a aguardar a mudança dos “slides”, muito criativa e potencialmente construtiva.
Creio que qualquer prospectiva incidente sobre uma qualquer parcela territorial do Al Andaluz poderá replicar as latitudes etimológicas desta “mostra de Loulé”, assim se vasculhem as teias dos depósitos sombrios, se mobilizem os especialistas e se animem todas as entidades públicas e privadas que detêm parcelas materiais da pré, da proto e da história locais. Ali percorremos, através de testemunhos materiais, parte importante da forma vivida de um território, compartimentada nos grandes períodos da pré-história e da história até ao Sec. XVI, sendo minha obrigação recordar que o período mais longo de ocupação nos últimos dois milénios respeita ao Império Romano.
Uma exposição com uma concepção plástica própria, que torna coerentes entre si as largas vitrines distendidas ao longo das duas paredes laterais, reservando para pano de fundo um palco dedicado aos rostos característicos de uma região onde ao longo de milénios se cruzaram e miscenizaram tantas gentes aportadas de tantos locais da Europa, da África e da Ásia.
Apenas dois destaques, de natureza pessoal.
A chamada Escrita do Sudoeste, incisa em estelas tumulares está particularmente viva e bem representada, aguardando ansiosa pela sua descodificação consensual.
Quando visitei o chamado “ Castelo de Santa Justa” no Concelho de Alcoutim, http://alenteverde.blogspot.pt/search?q=SANTA+JUSTA  , um Povoado do Calcolítico contemporâneo da Corte João Marques este sítio com materiais apresentados nesta exposição, dei então nota da dispersão pelo solo de significativos restos do revestimento das cabanas ao longo do acesso ingreme até à pequena plataforma onde ainda se reconhece a ocupação de há cerca de cinco milénios. Pois, na vitrine introdutória ao discurso sobre as sociedades camponesas, estão expostos quase duas dezenas de restos de revestimento das cabanas demostrando, através do negativo criado no barro e consolidado pelo sol durante anos, como era tecida a teia de paus entrelaçados que formavam a base da parede e sustentavam a cobertura dos abrigos. Esta preocupação, releva a importância dos materiais considerados tantas vezes como “secundários” nos estudos arqueológicos, e abandonados à sorte da sua desintegração formal e remota reintegração ambiental.

 

quinta-feira, junho 29, 2017

quarta-feira, junho 28, 2017

terça-feira, junho 27, 2017

segunda-feira, junho 26, 2017

domingo, junho 25, 2017

sábado, junho 24, 2017

Mértola, o Guadiana e a Arqueologia Pública

 
 
 

 
 
 

 
 
 

 
 
 


sexta-feira, junho 23, 2017